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Marcelle Magalhães filha de pais surdos, portando CODA (Childrens of deaf adults), aprendeu a língua de sinais desde o nascimento, utilizando-a apenas para comunicação até 2009, onde iniciou voluntariamente como professora e intérprete de LIBRAS na Igreja Evangélica Bola de Neve reunindo um grupo de aproximadamente 60 pessoas interessadas na língua, após essa turma várias outras se formaram. Marcelle traduzia os cultos simultaneamente de português para LIBRAS, e ensinava voluntariamente a todos interessados, e desenvolve essa função até os dias de hoje.
Surgiu a oportunidade em 2012 de trabalhar profissionalmente como intérprete de LIBRAS na esfera educacional superior, onde portas foram abertas na área. Educação Física na Universidade Nove de Julho (Conclusão em 2013). Pós-graduação em LIBRAS na Universidade Nove de Julho (Conclusão em 2014). Em 2015 foi aprovada no PROLIBRAS (Exame nacional de Proficiência na LIBRAS). Em 2016 foi aprovada pela Banca Examinadora da Prefeitura de São Paulo como instrutora de LIBRAS para os professores da rede de acordo com a publicação na página 59 do Diário Oficial da Cidade de São Paulo (quinta-feira, 9 de junho de 2016). Aprovada também em 2016 pela Banca Examinadora de Intérpretes e Guias Intérpretes de Libras como Intérprete de LIBRAS, conforme publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo (quarta-feira, 15 de junho de 2016), na página 129.
Pedagogia na Universidade Nove de Julho – (Conclusão em 09/2018)
Pós-Graduação em Tradução e Interpretação na FAQ - (Conclusão em 06/2019)
Participou do curso Práticas de tradução tátil e comunicação háptica para pessoas com surdocegueira.
O sonho de expandir o conhecimento da língua só aumentava, então resolveu criar a MLIBRAS em 2016 para poder ensinar a língua para surdos e ouvintes, possibilitando uma melhora na comunicação e na inclusão do sujeito surdo. Hoje conta-se com uma equipe qualificada e capaz de reproduzir o conhecimento tanto de LIBRAS para ouvintes, quanto de Português para surdos, dar assessoria ao surdo, a empresas e à igrejas como: palestras, cursos, tradução e interpretação, entre outros serviços solicitados da área.

MARCELLE MAGALHÃES
FUNDADORA
Amo esse trabalho;
Dedicação, força e fé movem nossas mãos!
Aceitar a língua de sinais é abrir-se para a comunicação e aprovar o surdo como ele é!
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